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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Os prédios corporativos

Em outra reportagem relevante, acerca do mercado imobiliário santista, com o título "Prédios corporativos ganham espaço na Cidade", o jornal A Tribuna, na página A3 de sua edição de hoje, faz interessante balanço acerca dos atuais e futuros lançamentos de edifícios de escritórios.
A questão é relevante, pois a Cidade ficou muitos anos sem lançamentos importantes, neste nicho de mercado. Este fato revela o quanto foi profunda a crise econômica das décadas de 80 e 90, em especial para nossa Região.
Mas cabe ressaltar que existem dois movimentos bem distintos que justificam estes lançamentos. Por um lado, existe o real aquecimento da economia regional, que não necessariamente tem a ver com o "pré-sal", mas é tributário do desempenho do porto e da indústria de Cubatão, impulsionados pelo crescimento do Brasil como um todo e consequência da importância estratégica da Baixada, neste processo. Por outro, há a mesma expectativa criada pelo mercado, no caso dos imóveis residenciais, quanto ao pré-sal, que talvez apresente reflexos mais rápidos no mercado corporativo.
Portanto, é preciso que o potencial consumidor destas novas unidades faça este escrutínio, antes de tomar a decisão de comprá-las, pois sempre há a possibilidade da expectativa não se consubstanciar. E vejam que até o momento as torres da Petrobrás não começaram a ser construídas, o que me parece meio estranho (sem querer agourar). Toc, toc, toc...
 

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