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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Seade: Diminui a migração no Estado de São Paulo

No taxi, saindo do aeroporto, encontro tempo para postar a noticia abaixo, a qual teria sido comemorada pelo secretário de planejamento de Santos, segundo reportagem publicada ontem, em A Tribuna. Se de fato ele comemorou, só vem a confirmar sua opção política, pelo liberalismo segregacionista. E ainda não entendi o que tem a ver o saldo migratório negativo de Santos, com geração de emprego.
Boa leitura!

Do site da Fundação Seade, disponível em:
http://www.seade.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1055&Itemid=48

O número 3 do boletim SP Demográfico mostra estimativas inéditas dos saldos migratórios e das taxas de migração no Estado de São Paulo e em suas três regiões metropolitanas (São Paulo, Baixada Santista e Campinas), para o período de 2000 a 2010.

A combinação entre os primeiros resultados do Censo Demográfico de 2010, divulgados em novembro passado pelo IBGE, e as informações do Sistema de Estatísticas Vitais (SEV), produzido pela Fundação Seade a partir das informações dos Cartórios do Registro Civil, possibilitou separar o crescimento populacional observado na primeira década do século XXI em seus dois componentes: o saldo vegetativo e o saldo migratório.

Entre os fenômenos constatados, destaca-se a redução da migração no Estado, naquela década, cujo saldo migratório anual foi estimado em aproximadamente 48 mil pessoas, cerca de um terço do registrado nos anos 1990. Dessa forma, nos últimos dez anos, a migração passou a responder por apenas 11,2% do crescimento da população paulista.

A Região Metropolitana de São Paulo apresentou importante retração do movimento migratório e voltou a registrar saldo negativo, que corresponde à saída líquida anual de 30 mil pessoas. A capital, tal como nas duas décadas anteriores, permaneceu com saldo migratório negativo, mas chamou a atenção o diminuto saldo migratório nos demais municípios da RMSP, revertendo sua tradicional situação de polo de atração populacional. A Região Metropolitana da Baixada Santista também mostrou redução na migração na última década, mas ainda manteve saldo migratório positivo (5 mil pessoas ao ano), particularmente nos demais municípios da região, a exceção de  Santos, cujo saldo migratório permaneceu negativo. Já a Região Metropolitana de Campinas, mesmo com decréscimo de seus indicadores migratórios, apresentou saldo e taxa de migração ainda elevados no contexto metropolitano e estadual.

Consulte aqui o boletim SP Demográfico nº 3 - "Informações recentes revelam redução da migração no Estado de São Paulo e em suas metrópoles".

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