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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Rede Cidade e Moradia avalia o Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV)

"É preciso associar programas de urbanização de favelas e assentamentos precários, melhorias habitacionais, regularização fundiária, ocupação de áreas vazias e subutilizadas, recuperação de imóveis em áreas centrais para moradia social e, ainda, um programa de locação social para as famílias de menor renda, que não têm condição de arcar com os custos decorrentes da propriedade individual."
Esta é uma das conclusões da Rede Cidade e Moradia, grupo de pesquisadores contratados pelo CNPq e Ministerio das Cidades, para avaliar o Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV).
Quem milita da área da reforma urbana e habitação social já acumula uma série de críticas, bem fundamentadas, ao programa federal que vem transformando a paisagem de cidades brasileiras, mas no caso de Santos praticamente não produziu resultados, em face de sua inadequação a cidades com o perfil do polo da Baixada Santista.
Produção de conjuntos monofuncionais, criando áreas sem vitalidade urbana e inseguras, além de inadequação à sustentabilidade econômica de famílias de baixa renda, no pós-ocupação, são algumas das principais questões que colocam o programa em xeque e exigem uma reorientação em sua implantação.
Leia mais sobre a pesquisa aqui.

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