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terça-feira, 18 de setembro de 2012

O novo trajeto do VLT no Centro de Santos e os riscos ao patrimônio arquitetônico


Conforme já mencionei nos posts de 1316/9, o novo trajeto do VLT, estudado pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), merece profundas reflexões, com relação a seus impactos.
Além do potencial desperdício de recursos públicos, com intervenções em obras recém executadas, ou com prováveis desapropriações, este trajeto requer grande cuidado no tocante a seus impactos em bens imóveis de elevado valor arquitetônico.
Dentre estes, destaco prováveis impactos à Igreja do Valongo, no Largo do São Bento, e à Casa de Câmara e Cadeia, na Praça dos Andradas, destacados na imagem acima. Ambos os imóveis são tombados pelo CONDEPASA, CONDEPHAAT e IPHAN.
O EIA/RIMA do VLT, que não menciona este trajeto, traz um estudo sobre os impactos do empreendimento no patrimônio edificado, inclusive quanto aos efeitos da vibração. Portanto, é importante que novos estudos criteriosos sejam realizados, para que potenciais danos a estas e outras edificações sejam evitados.
Espero, também, que este trajeto seja submetido aos órgãos citados acima, para que todos possam se manifestar acerca de potenciais danos aos imóveis mencionados.

Um comentário:

  1. Neste trecho se faz necessário u uso de sistemas massa mola para atenuar a vibração.

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